Quais as vantagens deste investimento
Entenda como investimento em dólares por meio de uma seguradora é vantajoso e pode atender em mais pilares, como, diminuição de carga tributária, sucessão familiar e empresarial, investimento sólido sem perdas financeiras, blindagem de patrimônio, isenção do imposto de renda no caso de falência, proteção em uma moeda sólida. Segue um exemplo.
O grande diferencial, desse tipo de investimento, é ter uma reserva financeira em dólares, moeda forte, economia estável e uma legislação mais segura. Em momento zero (D0) é possível aumentar o patrimônio com a compra de uma apólice de seguro de vida em dólares, indicando seus beneficiários, fazendo proteção sem que entre em repartição de bens, por não entrar em inventário. Exemplo: O Valor do seguro fica somente para os beneficiários, proteção em caso de divórcio; livre de falência, deixando esse patrimônio em liquidez livre de impostos, levando a liberdade financeira, para compra de cotas entre familiares, saldamento de dívidas, e continuidade sucessória.
Mas como acessar esse capital de forma inteligente no Brasil?
É aqui que a estrutura da apólice se destaca. Com a nova legislação fiscal brasileira (Lei 14.754/2023), os ganhos e a variação cambial em aplicações financeiras no exterior são tributados. Por isso, a estratégia de saque ou resgate do valor acumulado, embora possível, acionará a cobrança de 15% de Imposto de Renda sobre o rendimento proporcional.
Contudo, a forma mais eficiente e estratégica de utilizar sua apólice não é o saque, mas sim o empréstimo contra a apólice (policy loan).
Como funciona o Empréstimo (Policy Loan)?
Em vez de resgatar seu capital e pagar imposto sobre os ganhos, você pode tomar um empréstimo diretamente com a seguradora, usando o valor acumulado na sua apólice como garantia. Juridicamente, esta operação tem duas vantagens cruciais:
1. Não há fato gerador de Imposto de Renda: Como se trata de um empréstimo e não de um resgate, o valor recebido não é considerado “renda” ou “acréscimo patrimonial”, não sendo, portanto, tributado pelo IR de 15%.
2. Seu capital continua rendendo: O saldo total da sua apólice permanece investido e crescendo, mesmo enquanto você utiliza o dinheiro do empréstimo para suas necessidades de liquidez.
Por exemplo, se você contribuiu com US$ 100.000 e sua apólice já acumula US 200.000 de ganho, você pode tomar um empréstimo de US 300.000 continuam trabalhando para você no exterior.
Esta é a maneira correta e mais sofisticada de construir e usufruir de um patrimônio internacional, garantindo liquidez quando necessário, sem erodir seu capital com impostos sobre o crescimento.”
Esta versão protege você e seus clientes, alinhando o discurso de vendas à realidade fiscal e focando no benefício real e defensável do produto: o empréstimo como ferramenta de liquidez e eficiência tributária.
Investir em dólares é importante por diversos motivos, principalmente para quem vive em países com economias mais voláteis, como o Brasil. O dólar é considerado uma moeda forte e um porto seguro em momentos de incerteza econômica global
Importância de investir em dólares:
- Proteção da carteira (hedge cambial): O dólar atua como uma proteção contra a desvalorização do real. Em momentos de crise ou instabilidade econômica no Brasil, o dólar tende a se valorizar, compensando perdas em investimentos locais;
- Diversificação de investimentos: Ter parte do patrimônio em dólar permite diversificar a carteira, reduzindo a dependência da economia brasileira e abrindo portas para um mercado global muito maior e com mais opções de ativos financeiros;
- Proteção contra a inflação brasileira: A inflação corrói o poder de compra da moeda local. O dólar, por ser uma moeda mais estável, ajuda a proteger o patrimônio contra a inflação no Brasil;
- Redução do “Risco do País : Investir em dólar ajuda a mitigar o “Risco Brasil”, que é a percepção de risco que investidores estrangeiros têm em relação à economia brasileira.
Por que os ativos no Brasil não são tão seguros:
Os ativos no Brasil são considerados menos seguros devido a uma série de fatores que compõem o que é conhecido como “Risco Brasil” ou “Risco País”.
Esse risco reflete a confiança dos investidores na economia brasileira e é influenciado por:
- Instabilidade política e econômica: O Brasil possui um histórico de instabilidade política e econômica, com mudanças frequentes de políticas fiscais e econômicas, o que gera incerteza para os investidores;
- Insegurança jurídica: A falta de previsibilidade e a possibilidade de mudanças inesperadas nas leis podem afetar contratos e investimentos, afastando investidores
- Inflação e juros altos: A inflação elevada e as altas taxas de juros, embora possam atrair capital estrangeiro em busca de maiores retornos, também indicam um ambiente de maior risco e podem corroer o poder de compra;
- Dívida pública: Níveis elevados de dívida pública podem ser vistos como mais arriscados, pois indicam que o país pode ter dificuldades em honrar seus compromissos;
- Burocracia e impostos: O excesso de burocracia e a alta carga tributária também são fatores que contribuem para a percepção de risco no Brasil;
- Intervenção governamental: A possibilidade de intervenções governamentais na economia, como o confisco de ativos (como ocorreu no Plano Collor), gera desconfiança e afasta investimentos
É importante notar que, embora o Brasil tenha uma classificação de risco médio para empresas, fatores como a instabilidade política e a insegurança jurídica ainda são preocupações para investidores. Por isso, a diversificação geográfica e a exposição a moedas fortes como o dólar são estratégias importantes para proteger o patrimônio
